Confissão Pastoral #2: As “verdades” que eu quero amar.

Estimados amigos [Junior e Diego], eu venho através desta carta lhes falar sobre o motivo pelo qual meu coração dói.

O motivo ao qual me refiro é a relativização de idéias que há algum tempo atrás chamávamos de princípios, mas infelizmente foram subvertidos pela insubordinação espiritual do “povo de Deus”.

Quando vejo nosso povo tentando encontrar álibis para “cristianizar” atitudes mundanas meu espírito se abala, pois não há engano maior do que fazer o mal disfarçando ele de bem.

Uma vez fomos criados a imagem do criador, hoje estamos tentando criar Deus a nossa imagem.

A busca de uma religião que se adapte a meu estilo de vida é constante ao redor do mundo. Entretanto, o fenômeno mais lamentável é a busca de um famoso “equilíbrio” que não passa de uma escusa carnal para a condescendência com os desejos e vontades impuras. Onde renunciamos princípios há muito tempo aceitos, mas que agora já não fazem mais sentido segundo a ótica relativista. Embora esta realidade doa, ela me motiva a viver (pregar) a fim de imputar uma ótica espiritual de tal forma que consigam enxergar a linha tênue que existe entre o certo e o errado.

Para que todos nos vindiquemos individualmente, juntos, o nome do Deus de nossa salvação.

“Porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível (…)” Romanos 1:21 22 e 23

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.Pr. Rafael Reis

Pastor da escola de Cidade Ademar, São Paulo.

Associação Paulista Sul